
O TRT-3 negou diferenças salariais a uma técnica de enfermagem celetista, por entender que o piso nacional da categoria só vale automaticamente após negociação coletiva, dissídio ou paralisação.

O TRT de Minas manteve indenização de R$ 2,5 mil a um trabalhador que era chamado de "gordinho" pelo chefe. Para o tribunal, a repetição dos comentários sobre o peso caracterizou assédio moral.