
Ela perdeu um dos dois cargos e a renda caiu pela metade — mas os descontos de empréstimo continuaram os mesmos, e passaram a valer mais do que ela recebia. A Justiça suspendeu tudo, usando uma lei que protege o mínimo para sobreviver.

Os bancos foram ao Supremo para derrubar o limite de juros do empréstimo descontado do benefício. Perderam por unanimidade — e o teto que protege aposentados, pensionistas e quem recebe BPC segue de pé.

Vem embutido em financiamento, consignado e cartão. Serve para quitar a dívida em caso de morte, invalidez ou desemprego — e é ignorado exatamente quando deveria ser acionado.

Em abril de 2026 o Supremo confirmou que existe um piso de renda que as dívidas não podem alcançar, e disse que ele precisa ser atualizado todo ano.