
A lei parte de uma premissa que muita gente desconhece — no trânsito, quem conduz o veículo maior tem mais dever de cuidado com quem está mais exposto.

Motociclista se machuca com muito mais frequência e gravidade. Isso muda o tipo de verba em jogo e desloca o centro da disputa para a dinâmica do acidente.

A presunção existe e é forte, mas ela admite prova em contrário. Conhecer as exceções é o que separa pagar sozinho de dividir a conta.

O STJ ajustou o entendimento sobre dano moral em atraso de voo. A regra da ANAC continua valendo integralmente — e ela garante coisas que quase ninguém cobra no balcão.

São três frentes que correm ao mesmo tempo — criminal, administrativa e civil — e elas não se comunicam. Entender isso evita decisões que custam caro nas outras duas.