
Transferir os bens antes de morrer é a forma mais eficiente de evitar inventário. Também é a mais fácil de fazer errado, e o erro só aparece quando não há mais como corrigir.

Virou produto de prateleira, vendida como solução universal. Para alguns patrimônios resolve muita coisa; para outros, cria despesa fixa e nenhum benefício.

Metade do patrimônio já tem destino definido por lei e não pode ser alterada. O testamento decide a outra metade — e resolve conflitos que o dinheiro sozinho não resolve.

A reforma tributária tornou obrigatória a cobrança progressiva do ITCMD e mexeu na base de cálculo. Para famílias com imóvel, a diferença entre resolver agora e resolver depois pode ser relevante.