
Homem de 57 anos recebeu videochamada de falso representante do programa, clicou em link e teve R$ 2.348 retirados da conta; o caso foi registrado na polícia

O TJMS alertou que golpistas usam dados reais de processos para se passar por desembargadores e cobrar Pix ou taxas de credores de precatórios. Um idoso perdeu quase R$ 52 mil em setembro.

Criminosos criam páginas falsas com a identidade visual da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul para cobrar taxas de inscrição inexistentes e roubar dados de quem busca vaga em concurso — a corporação alerta que informação oficial sai só pelos canais do governo estadual.

Um estudante de Direito se passou por advogado e cobrou de uma idosa para "resolver" uma dívida que não existia. A Justiça condenou o estudante, mas o golpe só foi descoberto porque a vítima foi checar por conta própria.

A cota é barata, o prêmio é caro e o sorteio é transmitido ao vivo. O que quase ninguém sabe é que, na maioria desses casos, o comprador não tem como exigir o prêmio nem de volta o que pagou.

A maior parte das invasões começa com uma mensagem que parece vir da própria plataforma. Recuperar é urgente — e a plataforma nem sempre sai ilesa da história.

Na prática, quase nunca é clonagem — é você entregando o código de seis dígitos sem perceber. Saber disso muda o que fazer para recuperar.