
O pedágio sem cancela virou isca. Em um ano surgiram 480 sites que pedem a sua placa e devolvem um PIX para pagar uma passagem que nunca existiu — 80 deles criados em uma única semana.

A Receita apreendeu o carro de uma boliviana que entrou no Brasil para socorrer uma parente. O TRF-1 mandou devolver, e a decisão interessa a quem vive entre os dois lados da fronteira de Mato Grosso do Sul.

A bicicleta elétrica potente, a moto de 50 cilindradas e o triciclo do vizinho entraram numa categoria que exige documento próprio. O prazo de regularização já venceu, e circular sem isso é infração gravíssima.

São 88 motocicletas e 15 carros que voltam a circular, com lances abertos pela internet até 10 de setembro e visitação nos pátios de Campo Grande e Dourados nos dias 8 e 9.

O Detran-MS está notificando donos de veículos recolhidos ao pátio antes de mandá-los a leilão, e abrindo processos que podem suspender a habilitação. Nos dois casos, o prazo começa a correr quando a carta chega.

Boi ou cavalo solto em rodovia com pedágio é falha do serviço, e a concessionária responde independentemente de culpa. Foi o que decidiu o Tribunal de Justiça de Minas Gerais em caso com morte.

O prazo termina em 31 de agosto. Quem paga dentro da data gasta R$ 249,10; quem perde passa a pagar R$ 323,34 e precisa emitir uma guia nova. Veja como resolver pelos canais oficiais.

O seguro obrigatório de vítimas de trânsito mudou de nome, de gestor e de regra de cobrança. Quem ainda procura por "DPVAT" está buscando um nome que não existe mais.

A conta parece favorável — o risco de ser parado parece baixo, e a necessidade é real. Mas o preço do flagrante é de outra ordem de grandeza, e quase nunca é o que o motorista imagina.