
Existe uma diferença entre retenção e remoção que decide se você sai dirigindo, sai a pé, ou passa semanas pagando diária de pátio.

O impulso de sair dali é compreensível e é o pior movimento possível. Transforma um acidente em um problema de outra natureza.

A conta do acidente costuma ser decidida antes do reboque chegar. O que você fotografa e registra no local vale mais do que qualquer argumento depois.

Quem tem a atividade remunerada na carteira segue uma regra própria de pontuação. Ela ajuda menos do que parece, porque não alcança o que mais suspende.

A primeira vez custa caro. A segunda, dentro de um ano, muda de categoria — e pode terminar na cassação, que é o pior desfecho previsto para um motorista.

São três frentes que correm ao mesmo tempo — criminal, administrativa e civil — e elas não se comunicam. Entender isso evita decisões que custam caro nas outras duas.

A carta que avisa da abertura do processo de suspensão é o melhor momento para reagir — e é justamente o que a maioria dos motoristas deixa passar.

Quem recusa o teste imagina ter eliminado a prova. A lei prevê outros caminhos — e conhecê-los é o que permite avaliar se a autuação realmente se sustenta.

Desde 2021 não existe mais um número único. O seu teto muda conforme o tipo de infração que você cometeu — e dá para perder a carteira com menos da metade dos pontos que a maioria imagina.